E sou?

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BeloHorizonte, Minas Gerais
; Não sou eu, mas eu fui assim; e cheguei a quase ficar assim! Nem graças ao elixir de inhame eu hoje seria assim. E sentí-la morrer comigo, só então sentí-lo morrer dentro de mim. [Falo sobre o comportado apático e sobre a sensação de assim ter sido]

quarta-feira, março 18, 2009

- Eu escrevo errado.

Tu escreves errado
Ele escreve errado, e assim a gente [e não agente] vai escrevinhando, criando onomatopéias, e será que existem essas palavras? Enfim, essa reforma ortográfica me fez mais apática em relação a gramática, não é lá uma reação tão espantosa assim, afinal de contas é típico da Nathália que vos fala, preguiçar durante o tempo disponível; mas foi diferente, benefícios, contradições, encheções e discussões, um clima de 'aprendizado' tentou ser instaurado, mas a paralisia tomou o espaço, não temos mais aulas de gramática como antes, espero eu que meus avós passantes pela segunda correção no modo de escrever não se confundam, espero me adaptar mais facilmente a reforma, queria mesmo era estar nos anos de alfabetização do colégio...pobres de nós, meros leigos que não sabem a tal aplicação de toda essa reconstrução de palavras e acentuações, e sim...eu sei, eu sei que tem logo ali em cima, muitas erradas, e mal colocadas nessa combinação de palavrórios.
Nós escrevemos errado
Vós escreveis errado [é isso mesmo?]
Eles escrevem errado

poderia escrever fim, mas não tem fim [e termino a frase sem ponto final]

segunda-feira, março 16, 2009

- Adendo

"E agora José a luz" acabou. Eu não diria, nooooooooooooooossa José, que ótimo! No começo parece até tedioso, e no auto-livreto memorável, me lembro de um tempo que era motivo pra brincar de pré-história com aquela chama contra a parede, num outro momento mais 'piromaníaco' era motivo de prazer instantâneo colocar a mão na cera quente e brincar com o fogo, porem hoje... hoje tem só um incenso e algumas velas ao meu lado, motivações incontroláveis pra escrever em qualquer pedaço de papel branco ou colorido, usar qualquer objeto que possa resenhar as idéias, acompanhado de cheiros e rasuras que eu adoro ver nas entrelinhas. Eu acho que essa falta de luz, acendeu corredores apagados, abriu as janelas, encaminhou mensagens, escreveu onde era sem.
Enfim, este é só mais um dos tantos rabiscos, e a gente se pergunta, se pergunta... e voa sozinho no caminho pensante dos neurônios, eu até gosto de ser humana nessas horas mas... "e agora você?"

eu sinto muito, a luz voltou.
eu sinto mais, as idéias também.

[Nathália D.]

quarta-feira, março 11, 2009